Em dois anos, patrimônio da CAPSECI cresce R$ 18 milhões

 

Publicado em: 21/07/2015 00:00

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Avanço é resultado da preocupação e busca por melhores rendimentos, novos fundos de investimentos, capacitação dos servidores e interação dos beneficiários

O Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) do funcionalismo municipal vive um período positivo. Isto porque, a CAPSECI – Caixa de Aposentadorias e Pensões dos Servidores Públicos Municipais de Cianorte – completou dois anos sob uma nova política de administração que, implantada pelo prefeito Bongiorno, já colhe frutos: o patrimônio da entidade apresentou crescimento de mais de R$ 18 milhões no referido período e, atualmente, conta com o total de R$ 48,3 milhões, formados pelos capitais financeiros (aplicados em 18 Fundos de Investimentos) e bens imobiliários (sede própria + 20 imóveis).

“Este avanço é resultado da imensa preocupação em se aumentar a capitação de recursos do regime; da criação de outros fundos de investimentos; da participação efetiva dos novos Conselheiros; do apoio de consultorias; da capacitação constante da Diretoria Executiva, com filiação à Associação Paranaense de Previdência (APEPREV); bem como do incentivo à interação dos aposentados e pensionistas com a entidade”, informou o superintendente da CAPSECI, Diego Faciroli Ferreira.

Para o prefeito Bongiorno, os resultados são expressivos. “Todo trabalhador precisa ter a tranquilidade de um seguro social com a função de cobrir riscos em casos de doença, invalidez, idade avançada e morte. Assim, por compreender o valor da CAPSECI para as vidas e famílias de nossos servidores é que a Prefeitura empenha esforços para manter a entidade em boas condições financeiras, garantindo o futuro de seus funcionários”, disse o gestor municipal, citando o Aporte Suplementar e o Repasse Patronal que são efetuados em prol da autarquia, para abater o déficit atuarial.

Atualmente, fazem parte do plano da CAPSECI 2.214 servidores, sendo 1.647 ativos e 567 inativos, dos quais 439 são aposentados e 128 pensionistas. Como a arrecadação é insuficiente para a capitalização de recursos para o pagamento de benefícios futuros, visto que a proporção de servidores ativos para cada inativo é de três por um – lembrando que o cenário ideal, segundo o Ministério da Previdência, seria de 10 ativos para cada inativo – a Prefeitura realiza Aportes Suplementares, no valor de R$ 200 mil ao mês, definidos por meio do Cálculo Atuarial, bem como efetua o Repasse Patronal, calculado em 18% sobre a folha de pagamento dos servidores.

Somente no primeiro semestre de 2015, a autarquia apresentou um superávit de aproximadamente R$ 5 milhões, o que representa uma média de R$ 825 mil por mês, sendo que cerca de R$ R$ 375 mil foram oriundos de rendimento com aplicações financeiras. Segundo o superintendente, apesar dos resultados positivos e aumento de patrimônio expressivo nesses dois anos de gestão, o objetivo é melhorar ainda mais. “Temos muito trabalho a fazer, tanto na parte administrativa quanto na financeira. Assim, com o intuito de otimizar a carteira de investimentos e maximizar ainda mais os ganhos, estamos contratado um Consultor Financeiro, além de que, neste mês, os membros do Comitê de Investimentos passaram por capacitação em Maringá”, concluiu Faciroli.

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